sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Não quero sobreviver, quero progredir. E você?

A internet nos dá a permissão de ter contato com outros povos, outras culturas e países, nessa convivência com "outro" mundo, traço aqui um comparativo e chego a óbvia resposta que: "O Brasil é um país de sobreviventes".

Não só de forma política, mas também de gestão, de atividades empreendedoras. Ao comparar a postura de outros países percebi algo interessante, nos países com identidade formada existe um componente cultural que liga as pessoas em um objetivo comum e a forma como elas percebem-se em sociedade determina o comportamento ativo sobre os problemas de ordem política e social.

Somos um povo passivo que pouco interage com os problemas políticos, mesmo nas dificuldades individuais a maioria das pessoas assume uma postura passiva diante dos problemas. Nossa percepção empresarial parece ser superficial e pouco comprometida com resultados sociais quando comparado com outros países. Acredito que este comportamento seja um reflexo de nossa origem escrava e fruto do regime de repressão que nossa sociedade viveu durante a chamada “ditadura”. Aprendemos a sobreviver dias após dia, mas sobreviver não é progredir.

No comportamento de sobrevivência o direcionamento do raciocínio, percepção e postura são voltados para soluções imediatas, sem uma estratégia para resultados de longo prazo. Observe que o sobrevivente vive preocupado em manter-se, não existe uma estratégia para qualidade de vida ou crescimento. Como a preocupação é individual, o sobrevivente não costuma atuar ou organizar-se em grupos e sofre de grande impaciência.

Seja uma reunião no congresso nacional ou o simples ato de votar, se não for obrigatório e punitivo em caso de ausência, existe uma tendência de apenas uma minoria comparecer. Os sobreviventes não aparecem, estão trabalhando para tentar sobreviver sem se preocupar com o futuro.

Até nossos governantes trabalham para sobreviver e não para progredir ou gerar qualidade de vida. Tributações altas e emergenciais, acordos internacionais sem estratégias bem elaboradas e por ai vai. Vários foram os acordos internacionais que prejudicaram o mercado nacional e a culpa foi jogada na globalização, nossa tributação então, nem se fala. Eu acredito que não é a globalização, mas sim nosso comportamento sobrevivente e superficial que gerou a crise atual. Negociamos errado, não sei qual é o certo, mas sei que não o fizemos.

O próprio ato de jogar a culpa em outra pessoa ou evento é coerente com o comportamento do sobrevivente, observe que precisar sobreviver é um problema de quem é vitima de alguém ou algum evento. Para o sobrevivente sempre existe um culpado, que não seja ele.

Um sobrevivente não pode ser responsabilizado ou punido, afinal ele esta apenas tentando sobreviver. Vários são os exemplos do comportamento de sobrevivência, lembrando que sobreviver significa ser superficial e até egoísta. Um ladrão é ladrão porque precisa sobreviver.

Observe que somos um país tão sobrevivente que apenas 10% dos crimes, fraudes, e furtos são punidos e 80% das novas empresas não completam seu ciclo de vida. Teoricamente como ladrão teríamos 90% de possibilidade de sucesso, enquanto como empreendedores apenas 20%.

Você já deve ter ouvido falar que a lei apóia os ladrões assim como os direitos humanos. Isso não é verdade. Tanto as leis como os direitos humanos foram criados para proteger os sobreviventes. A sobrevivência é tão forte que até possuímos orgulho dela, o próprio governo e empresas privadas espalham campanhas na televisão e frases como “Sou brasileiro, não desisto nunca”, reforçando o comportamento de sobrevivência.

Não acredito que tenhamos de esquecer a sobrevivência, mas precisamos perceber que sobreviver é apenas uma pequena parte do processo. No Brasil uma pessoa que sobrevive por muito tempo é considerada herói. Em outros países estas mesmas pessoas podem ser consideradas burras. Imagine ficar tanto tempo sem evoluir, sem novas alternativas, ali estagnadas apenas sobrevivendo.

Existem muitas teorias sobre como solucionar o problema político e social, eu acredito que ajudaria se conseguirmos diferenciar claramente o significado de sobreviver e progredir. Muitos dos nossos empresários e políticos, quando perguntado o que é progredir definiram atos de sobrevivência como geração de progresso, citando soluções emergenciais e de caráter imediato. Exatamente da mesma forma que os nossos governantes agem diante dos problemas, assim agem os empresários e as pessoas em geral.

Falamos sobre sobreviver, mas o que é progredir?

Na realidade também estou descobrindo aos poucos o significado do comportamento empreendedor voltado para o progresso, então assim como na sobrevivência, também posso estar equivocado quanto uma ou outra questão relacionada ao tema progresso.

Dentro dos eventos que vivenciei até o momento, acredito que o progresso caminha no sentido contrário ao da sobrevivência, para progredir precisamos estar estimulados para atuar em grupos organizados e assumir responsabilidades de longo prazo. A constatação de que uma pessoa sozinha é sobrevivente enquanto em grupo progride, me parece coerente.

Imagino que os professores, independente da área de atuação, devam estimular de forma eficiente a participação social e o perfil empreendedor de seus alunos. Para que isso ocorra é importante que o instrutor tenha domínio sobre os dois temas citados. Como a solução para o progresso, esta na minha opinião, relacionada com a mudança de comportamento e a formação dos futuros profissionais e membros ativos da sociedade, não consigo enxergar uma resposta de curto prazo.

Acredito que programas de incentivo dentro das escolas sejam fundamentais, o difícil é convencer os administradores e diretores das necessidades emergentes. Aos empresários cabe apoiar e participar de programas bem elaborados que mostrem resultados de capacitação e possibilitem aos indivíduos buscarem o progresso e não a simples sobrevivência.

Gostaria de chamar atenção para o fato do progresso só ocorrer em grupos, isso significa que só poderei progredir se meus colegas também progredirem. Em resumo, preciso estar rodeado de pessoas comprometidas com o sucesso para evoluir. Enquanto não nos percebermos como pessoas e governantes comprometidos com o progresso, ser empreendedor neste país vai continuar sendo uma tarefa muito sofrida, os nossos governantes vão nos consumir cada vez mais com mentiras, corrupção, altas taxas e impostos.

Não importa quem elegermos como vilão ou culpado dos nossos problemas sociais e empresariais, se não pararmos com a cultura do sobrevivente, não existirá progresso real.

Não devemos esquecer que progresso só ocorre em grupos onde pessoas estão comprometidas com o sucesso.

Não quero sobreviver, quero progredir. E você?

(Extraído e adaptado)

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Caso: Renascer em Cristo.

Olá meus amigos;

Eu resolvi falar. Como alguns sabem, eu sou evangélico, e resolvi comentar o caso da "coisa" que aconteceu. Veja:

Os fundadores da Igreja Renascer foram detidos no aeroporto de Miami
quando tentavam entrar nos EUA com US$ 56,5 mil, tendo declarado apenas US$ 10 mil.


Uau !!!

Eu realmente queria acreditar que isso não passa de um grande engano, mas acredito que não é. Na igreja aprendemos que "mentir" é coisa do Diabo, e que o pecado deve andar longe de nossas convicções, claro, não somos perfeitos, ninguém é, aprendemos assim, que o único perfeito foi Jesus, mas isso não nos dá o direito de agir desta forma.

Além de definir isso como pecado, isso é crime. Essas pessoas utilizaram da sua colocação para se favorecer, e com isso manchar o nome de outras pessoas que tentam apenas fazer o bem.

É triste, essa é minha definição, sei que DEUS irá perdoar os pecadores, mas a consequência do pecado eles vão agüentar, sem dizer que coloca em descrédito a Igreja Renascer. Será difícil alguém esquecer este episódio, por mais que eu acredite que no Brasil esquecemos das coisas fácil demais. Sem contar, que no Brasil as pessoas tem a triste mania de generalizar tudo, teremos nós a tarefa para provar que nem todos são iguais, e que em todos os segmentos no Brasil são formados de pessoas, que como eu ou como você podem errar.

Nesta quarta-feira (24) o julgamento do casal foi adiado para o dia 29, e se eles forem condenados no EUA deverão cumprir algum tempo na cadeia antes de serem extraditados para o Brasil.

Aos acusados seja dado o veredicto.



E começa a disputa pela presidência da Câmara

Um paranaense, Gustavo Fruet (PSDB-PR), pode azedar a vitória que parecia certo do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) Arlindo Chinaglia (SP). Quando a briga para a presidência da Câmara dos deputados, em Brasília, parecia definidade entre o atual presidente Aldo Rabelo (PC do B- SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP), esse último havia conseguido apóio do líder da bancada do PSDB Jutahy Júnior (BA), eis que surge o nome de Freut para unir o Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB).

O nome do deputado federal paranaense surge em um momento importante, já que esse promete unir os tucanos em prol de um nome, e levar ao segundo turno uma eleição que parecia certa, por suas inúmeras articulações.

Além do voto dos 64 tucanos que forma a bancada do PSDB, Fruet recebeu apoio formal do Partido Popular Socialista (PPS), e pode somar aos votos do PSDB mais 20 votos da bancada do PPS. Com isso e com forte discurso oposicionista, já que aponta em seus rivais uma sucessão ao que já vem sendo feito, Fruet resumiu a sua candidatura da seguinte forma: “Eles só querem discutir o aumento do salário (dos parlamentares)- aumento de 91%, nós queremos discutir medidas provisórias, Orçamento, reforma política, reforma tributária, voto aberto. Se conseguirmos estabelecer esta pauta, a Câmara poderá começar a se reencontrar com a sociedade brasileira.”

Mesmo correndo por fora e com remotas chances de ser eleito para a presidência da Câmara, a candidatura de Gustavo Fruet aconteceu em boa hora. Pinta o nome do estado do Paraná nos quadros de Brasília e dissipa um pouco dos 512 votos dos deputados federais, dando um tom mais democrático a disputa.


PAC

Você sabe o que é PAC? O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) é um conjunto de medidas anunciadas do governo federal para fazer com que o Brasil tenha um crescimento econômico real, longe das pífias taxas de crecimento que ocorreram nos últimos anos.

Para isso, e com perspectiva de crescimento em 5%, o PAC apresenta medidas de incentivo nas áreas da construção civil e informática (redução de impostos na venda de microcomputadores) como algumas das “armas” para acelerar o crescimento econômico do Brasil.

Perguntar não ofende

A Petrobrás e o presidente Lula vivem anunciando aos quatro ventos a auto-suficiência do Brasil na exploração e produção de petróleo, mas algo não fecha nesta matemática. Se somos auto-suficientes, produzimos o que consumimos, porque pagamos em média R$ 2,49 reais por litro de gasolina enquanto o venezuelano, do “maluco” Chavez, paga R$ 0,08 centavos? Quem é o maluco dessa história, o Hugo Chavez que propicia ao seu povo a gasolina a R$ 0,08 centavos? O que nossos governantes ainda não aprenderam com a história é que os aliados dos norte-americanos nem sempre saem ganhando. Aliás, lição que já deveriamos ter aprendido após a segunda guerra mundial, em meados da década de 40. Alemanha e Japão, inimigos naquela data, receberam grandes investimentos dos Estados Unidos e hoje são potencias mundias. Enquanto o Brasil, que fora aliado...